sábado, 13 de agosto de 2016

Política, educação e o que mais vier na cabeça




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O tempo passou, passou e daí eles voltaram... É mais um ano eleitoral e a possibilidade de desemprego fez nossos queridos “políticos”, darem as caras.
            Responda aí, você se lembra em quem votou? Sabe o que ele fez por você e por sua cidade? Se sua resposta é não. Não se preocupe. A maioria de nós não sabe mesmo! Não somos politizados. Odiamos política. É. Eles conseguiram nos indignar a esse ponto. E desse modo tornaram mais fácil o trabalho que fingem trabalhar.
            É muito comum ouvir das pessoas que político nenhum presta. Isso não é lá uma inverdade. Mas na hora de votar, muitas vezes, os reclamões são os mesmos que vendem o voto por favores e jogam no lixo a própria dignidade. Você precisa entender uma coisa! Os políticos são como são, porque alguém ou votou num bandido ou viu o bandido roubar e se conformou. De que lado você está? Dos que se vendem, ou dos que entendem sua participação crucial no bem andar dos serviços públicos?
            Acredite. Tem gente que é tão covarde que atribui a Deus o que dá errado na administração pública. Tá, nem sempre é covardia. Às vezes é analfabetismo político, outras é a burrice ideológica e outras tantas, o mal que já tão bem conhecemos: a falta de acesso à educação ou o acesso a uma educação deficiente.
            Por falar em educação, você já parou pra pensar porque que entra governo e sai governo e nada muda? Se não. A reposta é simples. Educação de qualidade gera eleitores pensantes, pessoas com possibilidade de acesso a uma fatia mais significativa do PIB. Não é interessante ter uma população que não precisa de favores de bons políticos. Desse modo ou mudamos e chamamos para nós as responsabilidades ou desistimos e fingimos que tá tudo bem como está.
            Já pensou se a gente denunciasse os nossos políticos que nos visitam para deliberadamente comprar nossas consciências? Celular todo mundo tem. Seria só uma questão de gravar a conversa amigável e jogar nas redes sociais. #Ficaadica!
            Ou melhor, a gente pode votar em que nos apresente propostas. Propostas? Tá falando sério? Isso é Brasil! Aqui o político certo é aquele que tem dinheiro para ajudar. Não queremos saber de propostas! Não temos tempo para isso! São todos uns ladrões... Se é pra ficar de blá blá blá a gente vai vê uma novela que é melhor.
            É melhor terceirizar, diz nosso inconsciente. Parece que nos tornamos crianças da pré-escola que sempre culpa o colega por aquilo que fez ou pelo que não fez. Quer saber? Eu vou parar de falar!